Cultura

Relatos emocionantes de quem já adotou pets em Araraquara!

Confira as histórias de quem tem um animal adotado em casa!

Ana Carolina e seu marido adotaram o Tom, após um acidente. Foto: Arquivo Pessoal

A adoção de pets pode mudar a vida de uma pessoa!

Duvida? Então dá só uma olhada nas histórias que a nossa equipe encontrou.

São histórias cheias de amor e carinho que vão te emocionar! Confira:

Ana Carolina Marcondelli

adoção de pets em araraquara

Foto: Arquivo pessoal

“Eu adotei o Tom, ou melhor, ele apareceu na minha vida no dia 26 de julho do ano passado. Próximo do meio dia, estava subindo a Avenida 36, e me deparei com o trânsito parado. Quando coloquei a cabeça para fora do carro vi um cachorrinho caído na rua e uma camionete parada. Larguei meu carro onde ele estava e subi correndo para socorrê-lo. Aparentemente ele parecia morto e as pessoas passavam por ele e nada faziam. O motorista que o atropelou ficava dizendo que não tinha tempo para socorrê-lo porque precisava trabalhar (e eu estava indo para o Hospital ficar com minha irmã que tinha acabado de operar). Eu bati boca com ele, porque não socorrer o animalzinho é crime! Só sei que peguei ele no colo e corri para a Brupet, que é uma loja que fica na esquina da Rua 3 com a Avenida 36, pedindo socorro, achei que lá tivesse veterinário. Com a negativa comecei a chorar. Mas alma maravilhosa, que é o Osnei Montanari, estava na loja e disse que me ajudaria. Entramos no meu carro e corremos até a Pet Vida, que fica lá perto. Como o Tom é castrado e chipado e com isso consegui localizar a tutora dele que, quando soube do ocorrido, só sabia dizer que não tinha condições de cuidar dele. Como eu não tinha dinheiro para pagar o tratamento, pedi ajuda aos amigos, familiares, pessoas do grupo Central Pet Achados e Perdidos. Não tinha condições de arcar com tudo, mas jamais iria abandoná-lo. Naquele momento eu já estava perdidamente apaixonada por ele. Foi uma saga a recuperação dele, porque três dias depois o levamos ao Hospital Veterinário da Unicep e lá fomos atendidos pelos maravilhosos Dra. Kely e Dr. Arthur, que foram anjos na vida do Tom. Com o acidente, ele havia quebrado a primeira vértebra da cervical, um lugar muito delicado e ele tinha muita dor por conta disso. Chegamos ir até a Ribeirão Preto fazer uma tomografia para saber se tinha afetado a medula e graças a Deus não! Tom veio para casa, tomou muitos remédios, e estava muito magro. Mas com muito amor e cuidado, aos poucos ele foi se recuperando e 10 meses depois dessa saga ele está aqui em casa, um apartamento de 39m², totalmente recuperado, muito feliz, com muito mimo, comendo o melhor que ele poderia ter, com vacinas em dia, banho com o melhor xampu que tem e muito, muito amor. É um amor sem fim! É uma alegria tê-lo em casa! Não imagino nossas vidas sem ele mais!”

Natália de Belo

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Foto: Arquivo pessoal


“Eu já adotei quatro gatas. Sempre gostei de gatos,e quando adotamos a primeira, minha filha se apaixonou e não teve mais como parar de adotar. Elas são a Pudim, Mingau, Marceline e Luna. E elas fazem parte da nossa família! São verdadeiros anjos em nossas vidas, sabe? E para quem ainda tem algum preconceito com a adoção de animais eu só posso falar: adote. Você estará mudando a vida de um animal e ele vai retribuir com muito amor por toda a sua vida!”

Carlos Luiz

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Foto: Arquivo pessoal


Eu já adotei 21 gatos e dois cães, todos vítimas de abandono e maus-tratos. Eu sou protetor de animais e a gente não escolhe um animal, nós é que somos escolhidos. Mas vou contar a história da Trica: uma gata que morava com mais três irmãos e sua mãe. Ela vivia na casa de uma senhora com problemas mentais, próxima à minha casa. Comecei a alimentá-los todas as noites. Com muito custo, consegui um lar temporário para as irmãs. Passados alguns dias, a Trica sumiu. Dias depois, minha esposa ficou sabendo que ela teve cria entre duas casas, com cães dos dois lados. Foi um resgate muito difícil. Quando cheguei do trabalho, já tinham resgatado dois dos seus bebês e já não dava mais para pegar, pois o último estava enfiado em um espaço muito pequeno. Trica quando me viu na rua, trouxe seu bebê até mim. Levei os para casa, tratamos e conseguimos ótimos adotantes para eles. E a Trica está aqui comigo há quatro anos. Ela é a paixão da minha vida.
Uma relação de puro amor. Trica me fez ver o quanto temos a aprender com eles. E sobre que a adoção ainda enfrenta, o próprio nome já diz: pré-conceito. É preciso conhecer primeiro o verdadeiro amor de um animal abandonado. Olhar nos seus olhos, ver o sentimento de gratidão e o amor infinito que ele passa a ter por você”.

Giovana Fantinni

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Foto: Arquivo pessoal


“Atualmente, eu possuo quatro cães e seis gatos, e somente um dos cães não foi adotado. Todos eles têm histórias marcantes e única, é bastante difícil escolher somente uma, mas vou contar a história da última cachorrinha que adotei, a Preta. Frequentei a Chácara Flora religiosamente todo sábado, durante 8 anos, e assim que conheci a Preta. Ela sempre foi um pouco assustada, mas tem o olhar mais doce que eu já vi. Ela vivia junto com o seu irmão, o Loiro, que por sua vez não era muito simpático e quase não se aproximava. E todo sábado antes de ir pra casa, eu rodava pela Chácara Flora atrás dos dois para deixar ração, água fresca e petiscos. Eu sempre fui encantada por ela, mas nunca tive coragem que separar ela do seu irmão, até que em recebi o telefonema de uma amiga, que reside na chácara Flora, me contando que os dois haviam sido atacados por capivaras e que o Loiro não tinha resistido e, ainda, que a Preta estava machucada. Não tive dúvidas, peguei meu carro em um domingo, às 23h30, e me enfiei nos confins da Chácara Flora atrás dela. Eu a encontrei tremendo e chorando. Primeiro, ela relutou em me deixar se aproximar, depois relutou em me deixar pegar no colo, para colocar no carro, mas nada que um pouco de paciência e calma não resolvessem. Preta tinha grandes machucados na região do quadril já infeccionados e com bichos; foi levada ao veterinário logo na manhã seguinte e está aqui em casa compondo a família desde então. Ganhou peso, e está gordinha como uma capivara, e virou a rainha do sofá! A adoção em si muda qualquer um, pois é um ato de generosidade e de doação também, pois ter uma animal em casa muda sua rotina, afinal é uma vida que depende de você e que te traz mais responsabilidades. Preta é o animal mais grato que eu tenho; a forma como ela me olha e se esfrega pedindo carinho, não tem dinheiro que pague. Em tempos de distanciamento social e tantas loucuras mundo afora, ter em casa um serzinho te esperando para te dar e receber carinho não tem preço!”

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